Bioquímica Aplicada (Farmácia) Desafio Colaborativo - Arte no Papel Online
Aula Bioquímica Aplicada (Farmácia) Curso Farmácia Desafio Colaborativo Faculdade Farmácia Farmacia EaD
Bioquímica Aplicada (Farmácia) Desafio Colaborativo

Bioquímica Aplicada (Farmácia) Desafio Colaborativo

Aula Bioquímica Aplicada (Farmácia) Curso Farmácia Desafio Colaborativo Faculdade Farmácia Farmacia EaD

DESCRIÇÃO

1. Leia o texto para reflexão:


Sabemos que os seres vivos precisam de energia para viver. Essa energia provém dos alimentos que são metabolizados em compostos mais simples que podem sofrer reações de oxidação e liberar energia ou podem ser armazenados e estocar energia. Assim, o metabolismo possui reações de quebra (catabolismo) e síntese (anabolismo) a partir dos compostos ingeridos na alimentação.



2. Elabore sua resposta de acordo com os seguintes questionamentos:


· Considere um indivíduo com dieta normal. Descreva a sequência de reações do metabolismo de um carboidrato após sua ingestão. Em caso de excesso de carboidratos, de que forma o organismo estoca a energia não utilizada?


· Agora, considere a situação contrária: em casos de jejum prolongado, como o organismo obtém energia se não está ocorrendo ingestão de alimentos?



3. Post Argumentativo.


Compartilhe seu entendimento acerca do tema proposto, fundamentado em pesquisas e vivências devidamente referenciadas.


Comente pelo menos mais 2 postagens principais dos colegas com a sua opinião sobre o comentário que o colega postou. Lembre-se de argumentar nas considerações de seus colegas, concordando ou discordando, com argumentos que explique seu posicionamento.


É de bom tom, voltar a sua postagem, para ver se algum colega comentou a sua postagem, e aproveitar o momento de tréplica, defendendo seu posicionamento ou retificando a partir da contribuição do seu colega, se for o caso.


  • Considere um indivíduo com dieta normal. Descreva a sequência de reações do metabolismo de um carboidrato após sua ingestão. Em caso de excesso de carboidratos, de que forma o organismo estoca a energia não utilizada?

Os carboidratos são macronutrientes essenciais para o nosso corpo porque fornecem energia para todas as nossas células, processos metabólicos e todas as nossas atividades. 


Além de estar associado ao aumento do açúcar no sangue e a doenças crônicas não transmissíveis, o consumo excessivo de carboidratos também pode aumentar o peso corporal e a gordura corporal. 


A ingestão insuficiente de carboidratos pode levar à hipoglicemia, irritabilidade, perda excessiva de peso, desnutrição, fadiga, depressão, etc. Em relação à quantidade de carboidratos, vemos que tanto o excesso quanto a deficiência são prejudiciais. No entanto, a qualidade dos carboidratos da dieta também é crucial.


Os carboidratos são divididos em:


-   Carboidratos simples: polissacarídeos e dissacarídeos


-   Carboidratos complexos: monossacarídeos


Os alimentos ricos em carboidratos simples são considerados os de sabor mais doces.


Fazem parte deste grupo açúcar refinado, pão francês, arroz branco, biscoitos e refrigerantes.


Este tipo de carboidrato não precisa de muito tempo para ser digerido pelo organismo e, por isso, é rapidamente absorvido, produzindo energia logo após a sua ingestão, aumentando assim a glicose na corrente sanguínea.


Se for um momento de necessidade de muita energia, como por exemplo, numa atividade física, isso é bom. Porém, se esta energia não for “queimada” rapidamente, ela se transformará em gordura para que seja armazenada e isto em excesso pode ser prejudicial.


Os alimentos ricos em carboidratos complexos são mais nutritivos por possuírem uma maior quantidade de vitaminas, minerais e fibras.


Fazem parte desse grupo arroz e massas integrais, aveia, lentilha, grão-de-bico e outros cereais.


Os carboidratos complexos são digeridos lentamente pelo organismo, liberando energia de forma gradual. Após sua ingestão há um prolongado e leve aumento nos níveis de glicose na corrente sanguínea, promovendo saciedade por mais tempo.


O mais recomendado é dar preferências para carboidratos complexos. Devido sua absorção mais lenta, a sensação de saciedade é maior e a produção de energia mais duradoura.


 

. Agora, considere a situação contrária: em casos de jejum prolongado, como o organismo obtém energia se não está ocorrendo ingestão de alimentos?  


Existem situações clínicas que impedem o enfermo de consumir alimentos por causa de determinada doença. Um organismo humano saudável possui uma reserva de energia composta por gorduras, proteínas e açúcares. As gorduras são estocadas no tecido adiposo e constituem cerca de 85% das fontes de energia do corpo, as proteínas compõem em torno de 14% e os carboidratos (açúcares) somente 1%.


No entanto, o jejum é prejudicial à saúde porque o organismo é dependente de quantidades constantes de glicose (açúcar) para sobreviver, não sendo a quantia de carboidrato armazenada o suficiente para manter constante o nível de glicose no corpo.


A fim de gerar energia o organismo precisa degradar os carboidratos e transformá-los em glicose, bem como quebrar as proteínas em subunidades chamadas aminoácidos e reduzir as gorduras a ácidos graxos. Glicose, aminoácidos e ácidos graxos são substratos usados pelas células do corpo como combustível para realizar tarefas necessárias a sobrevivência do organismo.


Grandes quantidades de glicose são armazenadas sob a forma de glicogênio, principalmente no fígado, assim como aminoácidos formam as proteínas e são estocados em maiores proporções nos músculos e os ácidos graxos compõem os triacilgliceróis e constituem as reservas do tecido adiposo.


Durante as primeiras horas de jejum, a quantidade de glicose, aminoácidos e ácidos graxos que circulam no sangue diminui progressivamente, sendo essa baixa concentração responsável pela redução da quantidade de insulina secretada, ao passo que provoca um aumento da liberação de glucagon.


REFERENCIAS


https://infomedica.fandom.com/pt-br/wiki/CONSEQU%C3%8ANCIAS_DO_JEJUM_PROLONGADO

http://g1.globo.com/sp/presidente-prudente-regiao/blog/nutricao-pratica/post/o-excesso-de-carboidratos.html

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